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Seguro de Vida

Não é sobre morrer. É sobre quem continua pagando as contas depois.

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O que pode dar errado
  • Morte do provedor principal
  • Invalidez permanente por acidente
  • Incapacidade temporária
  • Autônomo ou empresário sem rede de proteção

O que pode dar errado

Antes de falar de cobertura.

Morte do provedor principal

Sem capital segurado, os dependentes ficam sem a renda que sustentava a casa, e ainda com as dívidas e financiamentos que continuam existindo.

Invalidez permanente por acidente

Perder a capacidade de trabalho por um acidente significa perder a renda e, ao mesmo tempo, ganhar despesas médicas contínuas. Sem seguro, as duas coisas caem em cima da família.

Incapacidade temporária

Um afastamento do trabalho por doença ou acidente pode durar meses. Sem uma diária por incapacidade, esse período fica sem nenhuma renda.

Autônomo ou empresário sem rede de proteção

Quem não é CLT não tem o mesmo colchão do INSS. Sem um seguro próprio, a exposição financeira da família é maior do que a de um empregado registrado.

O que cobre

Em linguagem que faz sentido, incluindo o que fica de fora.

Morte (qualquer causa)

Paga o capital segurado combinado para os beneficiários indicados.

Não cobre: Costuma excluir suicídio nos primeiros 2 anos de apólice (carência legal) e agravamento de doença preexistente não declarada na contratação.

Invalidez permanente por acidente

Paga uma indenização se um acidente causar invalidez permanente, total ou parcial.

Não cobre: Não cobre invalidez causada por doença: isso depende de uma cobertura separada, quando existir.

Diária por incapacidade temporária

Paga um valor por dia enquanto você está afastado do trabalho por doença ou acidente.

Não cobre: Geralmente tem carência inicial e limite de dias pagos por ano.

Assistência funeral

Cobre os custos do funeral do titular ou de dependentes incluídos na apólice.

Não cobre: Costuma ser limitada a determinado grau de parentesco declarado na contratação.

Faz sentido pra você se...

  • Quem tem dependentes financeiros: filhos, cônjuge, pais que dependem da sua renda.
  • Quem tem dívida ou financiamento no nome, que não desaparece se a renda parar.
  • Autônomos e empresários, que não têm a mesma rede de proteção de quem é CLT.
  • Quem não tem dependentes financeiros e já tem patrimônio suficiente para cobrir a própria família sozinho. Aqui o seguro de vida deixa de ser prioridade.

Como escolher

O que realmente importa na decisão.

Capital segurado

Quanto o seguro realmente paga: precisa ser calculado a partir da renda e das dívidas reais, não de um valor genérico.

Carência de cada cobertura

O tempo de espera até poder usar cada cobertura varia, inclusive entre morte e invalidez.

Doença preexistente

O que conta como preexistente muda a análise do sinistro: declarar tudo na contratação evita problema depois.

Cobertura de invalidez por doença

Nem toda apólice cobre invalidez por doença, só por acidente. Vale confirmar.

Reajuste e portabilidade

Como o prêmio reajusta com a idade, e se dá para levar o histórico para outra seguradora.

Beneficiários

Quem pode ser indicado e com que percentual, e a importância de manter essa lista atualizada.

Exclusões e armadilhas comuns

Declaração de saúde incompleta. Omitir uma condição de saúde na contratação pode fazer a seguradora negar o sinistro depois.
Confundir seguro de vida com previdência privada. São produtos diferentes, com objetivos diferentes: um protege contra risco, o outro acumula patrimônio.
Beneficiários desatualizados. Casamento, filho ou divórcio são momentos em que vale revisar quem está indicado como beneficiário.

Do diagnóstico à emissão

  1. Diagnóstico

    A gente entende sua estrutura familiar e financeira antes de calcular qualquer capital segurado.

  2. Cotação

    Cotamos com as seguradoras parceiras, no seu perfil de saúde e renda reais.

  3. Comparativo

    Comparação lado a lado: capital segurado, carências, coberturas incluídas e exclusões.

  4. Emissão

    Emitimos a apólice e ajudamos a manter os beneficiários sempre atualizados.

Perguntas frequentes sobre seguro de vida

Quanto de seguro de vida eu preciso contratar?
Depende da sua renda, das suas dívidas e de quantas pessoas dependem financeiramente de você. Não existe um valor genérico correto para todo mundo.
Seguro de vida cobre suicídio?
Depois dos primeiros 2 anos de apólice (carência legal), sim. Nos primeiros 2 anos, geralmente não.
Doença preexistente impede contratar seguro de vida?
Não impede, mas precisa ser declarada corretamente na contratação: omitir é o que gera negativa de sinistro depois.
Posso trocar o beneficiário depois de contratado?
Sim, na maioria das apólices dá para atualizar os beneficiários a qualquer momento.
Seguro de vida e previdência privada são a mesma coisa?
Não. Seguro de vida paga uma indenização em caso de morte ou invalidez. Previdência privada é um produto de acumulação de patrimônio ao longo do tempo.

As coberturas, limites e exclusões estão definidos nas condições gerais de cada seguradora e podem variar por proposta. A Protegimus Consultoria de Seguros é corretora registrada na SUSEP sob o nº 231149350. A contratação está sujeita à análise e aceitação da seguradora. Este site tem caráter informativo e não constitui proposta de seguro.

Vamos olhar o seu risco de verdade?